<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:rssdatehelper="urn:rssdatehelper"><channel><title>blog for tag gestão de ti</title><link>http://grupotreinar.com.br</link><pubDate></pubDate><generator>grupotreinar</generator><description>Blog do GrupoTreinar</description><language>en</language><item><title>Livros e artigos relevantes sobre Inteligência Artificial e assuntos relacionados</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2025/6/16/livros-e-artigos-relevantes-sobre-inteligência-artificial-e-assuntos-relacionados.aspx</link><pubDate>Mon, 16 Jun 2025 17:37:00 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2025/6/16/livros-e-artigos-relevantes-sobre-inteligência-artificial-e-assuntos-relacionados.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<pre>
A seguir uma tabela onde estão livros
</pre>

<pre>
e artigos relevantes sobre  Inteligência
</pre>

<pre>
Artificial (IA) e assuntos relacionados,
</pre>

<pre>
incluindo fontes acadêmicas e de
</pre>

<pre>
aplicação prática. Os conteúdos foram
</pre>

<pre>
classificados de acordo com as
</pre>

<pre>
seguintes siglas:
</pre>

<pre>
<br />
<strong>Área Sub-Área Descritivo</strong><br />
<strong>ADM</strong>      <strong>Administraçã</strong>o<br />
ADM   EST Estratégia<br />
ADM   GRC Gestão de Riscos e Governança<br />
ADM   HUM Recursos Humanos<br />
ADM   ORG Organização<br />
ADM   QLP Workflow, Processos e Qualidade<br />
ADM   SUS Sustentabilidade<br />
<strong>IA</strong>   <strong>Inteligência Artificial</strong><br />
IA    AGT Generativa Agêntica - Agentic Generative AI<br />
IA    APL     Aplicações finais, como MKT,  Vendas, Finança, etc<br />
IA    CVI     Computer Vision<br />
IA    ETI Ética, Governança, Gestão de Riscos, Liderança  e Estratégia<br />
IA    EXS Sistemas Especialistas - Expert Systems<br />
IA    FDM Fundamentos, Evolução, Conceitos Básicos e Gerais<br />
IA    GEN Generativa  - Generative AI<br />
IA    KRR Representação do Conhecimento e Raciocínio - Knowledge Representation and Reasoning - KR&amp;R<br />
IA    LLM Grande Modelo de&nbsp;Linguagem<br />
IA    MLR Machine Learning - Aprendizagem Profunda (Deep Learning)<br />
IA    NLP Natural Language Processing<br />
IA    PLG Planejamento e Agendamento -  Planning and Scheduling<br />
IA    RBT Robótica<br />
IA    SRT Busca e Otimização - Search and Optimization<br />
<strong>PSI</strong>      <strong>Psicologia</strong><br />
PSI   CGN Psicologia Cognitiva - Cognitive Psychology<br />
PSI   HTH     Cinco partes: Humanos/Economia, Dinheiro, Saúde, Liberdade, Extensões e Objeções<br />

<strong><a href="/media/1237485/tabela_livros_e_artigos_ia.com.pdf"
title="Tabela livros e artigos IA e relacionados">Clique aqui para acessar a tabela</a></strong>
</pre>

<pre>
<br />
</pre>
]]></description></item><item><title>Sete perguntas a fazer antes de implementar ITIL</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2016/3/9/sete-perguntas-a-fazer-antes-de-implementar-itil.aspx</link><pubDate>Wed, 09 Mar 2016 11:56:00 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2016/3/9/sete-perguntas-a-fazer-antes-de-implementar-itil.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/594989/7_itil.jpg" alt="7_ITIL" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<h3 class="htres-desc-leitura-materia">A implementação de uma
biblioteca de infraestrutura de TI pode ajudar a obter um melhor
controle sobre serviços e recursos. Mas ITIL é apenas um quadro.
Você pode não precisar dele em tudo.</h3>

<p>&nbsp;</p>

<p>Muitas equipes de TI se voltam para bibliotecas de
infraestrutura de TI (ITIL) para melhor gerir a forma como os
serviços e as tecnologias são entregues aos usuários. Mas ITIL não
é uma solução <em>one size fits all</em> (para todos os
casos).&nbsp; Em alguns casos, talvez seja necessário personalizar
ITIL para as necessidades da sua organização. Em outros, você
descobrirá que não precisará de ITIL para tudo. Como decidir?</p>

<p>"Primeiro de tudo, não comece dizendo que está implementando
ITIL. Em algumas organizações que tentaram e falharam, isso pode
soar como um problema. Você precisa enfatizar que está tentando se
concentrar em obter melhores resultados a partir da melhoria da
gestão de serviços. ITIL é um framework, e você tem que se adaptar
e modificá-lo para as necessidades da sua própria equipe de TI ",
diz Gary Case, consultor principal de treinamentos ITIL/ITSM, da
empresa de consultoria Pink Elephant.</p>

<p>Em uma sessão na conferência de ITIL/ITSM realizada no mês
passado, em Las Vegas, Case estabelece sete perguntas a fazer antes
de começar.</p>

<p><strong>1. Qual é o problema que estamos tentando
resolver?</strong><br />
 A primeira coisa a perguntar é: "Qual é o problema que estamos
tentando resolver?" Se a resposta não é clara, então ITIL não vai
ser a solução, diz Case. Você está tentando melhorar o
relacionamento com os clientes? Implementar uma melhor gestão de
mudanças ou de respostas a incidentes e procedimentos de gestão?
Talvez o problema é que o seu departamento de TI ainda não saiba ao
certo o que estão ofertando para os clientes em primeiro lugar, diz
Case.</p>

<p>"Quando presto consultoria, esta é sempre a primeira pergunta
que faço. E se ninguém é capaz de respondê-la, então eu não vou ser
de muita ajuda. Todo mundo em uma organização, desde os principais
executivos até ao menor nível profissional de TI, tem de chegar a
acordo sobre qual é o problema a ser resolvido. Às vezes ITIL é a
resposta;. Às vezes não é. Já vi muitos executivos tentarem
implementar ITIL sem saber que ele deve ser construído para&nbsp;
resolver os problemas e ser modificado para tirar proveito de
outros frameworks como Agile", diz Case.</p>

<p>Primeiro certifique-se que todos os departamentos entendem a
estratégia de negócio e os casos de uso envolvidos na tomada de
decisões de TI para que possam se concentrar de forma mais
eficaz&nbsp; em melhorar os resultados e alinhar a TI com os
objetivos do negócio, com ou sem ITIL.</p>

<p>"Acredito que todas as pessoas que trabalham em um departamento
de TI devem ter acesso aos objetivos e estratégias de negócio", diz
Case.</p>

<p><strong>2. Qual é a razão para optar por ITIL?</strong><br />
 Qual é a sua razão para a implementação de ITIL? Quais são as
áreas específicas em que há necessidade de mudança? Muitas
organizações se voltam para ITIL porque seus departamentos de TI
têm estado focado estritamente na aquisição e integração de
tecnologias, sem compreender o valor maior destas soluções.</p>

<p>"Isto envolve identificar por que você realmente precisa mudar -
talvez você tenha ficado isolado no departamento de TI, focado em
tecnologia. Agora você precisa se concentrar no fluxo de valor.
Você tem que pensar em suas redes, suas aplicações, seus
servidores, suas pessoas, seus processos -tudo, enfim - como um
fluxo de valor end-to-end ", diz Case. Qualquer coisa que
interrompa esse fluxo de valor pode ser considerado uma
justificativa para uma mudança para ITIL e a gestão de serviços de
TI (ITSM).</p>

<p><strong>3. Qual é a rota para a melhoria continua dos
serviço?</strong><br />
 Melhoria Continua de Serviço (CSI) envolve a compreensão de onde
uma organização deseja estar em relação a governança, do ponto de
vista de atendimento ao cliente e do ponto de vista operacional,
diz Case. Para determinar a melhor maneira de chegar lá, você
primeiro tem que entender três coisas: as competências existentes,
as capacidades existentes e quais processos apoiar, diz ele.</p>

<p>"Este é o primeiro passo para começar a falar sobre habilidades
e competências que você já tem e aquelas que você ainda precisa
adquiri para atender aos&nbsp; objetivos e à estratégia de negócio
", diz Case. E ser capaz de dizer: 'será que vamos chegar lá?</p>

<p><strong>4. Qual é o escopo e a escala deste projeto
ITIL?</strong><br />
 Em vez de tentar implementar toda a mudança de uma vez, é melhor
passar algum tempo elaborando uma cuidadosa estratégia de
implementação, diz Case. Implementar ITIL aos poucos, começando por
onde pode ter maior impacto, tornará mais fácil expandi-lo
organicamente.</p>

<p>"Não tente ferver o oceano. Estamos lidando com pessoas,
processos e tecnologia, então você tem que ver onde pode obter
maior impacto e começar por aí. Você precisa ter uma compreensão
profunda e ampla da sua organização e da taxa típica de mudança
dentro dela - o que envolve muita coordenação e educação. Não
estamos falando tanto sobre mudança de cultura e mudança de
comportamento, mas de tecnologia. Por isso, se você pode, comece
pequeno - talvez com uma pessoa de cada vez - e, em seguida,
envolva equipes, departamentos e, finalmente, toda a organização ",
diz Case.</p>

<p><strong>5. Será que funcionará como previsto?</strong><br />
 Se você já introduziu uma nova ferramenta de monitoramento ou
gerenciamento de serviços de tecnologia, você provavelmente já sabe
que precisa testá-la para certificar-se de que está funcionando
conforme necessário. Mas não para por aí, diz Case. Você precisa
realizar os mesmos testes e medições de procedimentos cada vez que
introduzir um novo processo, também.</p>

<p>"Você tem que olhar para tudo coletivamente para ter certeza de
vai obter os resultados que precisa. Também tem que determinar se
esses resultados correspondem aos seus objetivos. É esta nova
ferramenta ou processo que vai ajudá-lo a conseguir o que você está
realmente tentando realizar?</p>

<p>Trata-se de determinar o que você está procurando em termos de
indicadores-chave de desempenho (KPIs) e fatores críticos de
sucesso (CSF), que devem estar definidos desde a fase de design, e
depois começar pequeno, com métricas - você não precisa medir tudo;
apenas os KPIs e CSFs diretamente alinhados com seus objetivos",
diz Case.</p>

<p><strong>6. Será que precisaremos mesmo de ITIL?</strong><br />
 Uma vez respondidas as cinco perguntas anteriores, você pode
querer dar um passo para trás e perguntar: "ITIL é a resposta que
está procurando?" Você pode se surpreender ao descobrir que poderia
haver outras maneiras de abordar pontos de dor da área de TI, diz
Case.</p>

<p>"Se você tem pontos de dor, você definitivamente quer
resolvê-los de forma eficaz, mas existem soluções diferentes para
problemas diferentes. Você está tendo problemas para abordar as
necessidades dos clientes? Você pode precisar olhar para gestão de
relacionamento comercial (BRM). São avarias na entrega dos serviços
ou na&nbsp; disponibilidade? Você deve olhar para os seus acordos
de nível de serviço (SLAs) e descobrir onde as coisas estão
quebrando, mas também lembre-se de olhar para onde você está indo.
Olhe para melhorias em todas as áreas do ciclo de vida dos
serviços. Procure por problemáticas e oportunidades de melhoria",
diz ele.</p>

<p><strong>7. O que aconteceu?</strong><br />
 Finalmente, analise e avalie constantemente, a intervalos
regulares, diz Case. Esta é a melhor maneira de controlar a forma
como estas iniciativas estão&nbsp; progredindo e como eles estão
afetando o seu departamento de TI.</p>

<p>"Gosto de fazer uma auditoria de 30 dias para ajudar as
organizações a olharem para a melhoria e apontar lugares onde eles
precisam trabalhar mais, investir em orientação e treinamento. A
partir de 90 dias faço outra auditoria para avaliar o progresso do
trabalho", diz Case.</p>

<p>Acima de tudo, é preciso reconhecer que ITIL é uma jornada que
envolve centenas de pequenas mudanças, em vez de uma única bala de
prata. As pessoas enxergam ITIL como uma espécie de Nirvana, mas é
apenas um framework muito lógico.</p>

<p><strong>E considere os seguintes pontos:</strong></p>

<p>1. Não se intimide. Lembre-se de que a ITIL pode funcionar para
pequenas empresas. Mesmo que os processos da ITIL tenham sido
escritos visando as grandes empresas, as lições se aplicam a
organizações menores. A ITIL pode funcionar para você também.</p>

<p>2. Defina o dono do processo. Você precisa de um líder no
comando.</p>

<p>3. Escolha as peças e priorize. Selecione os princípios da ITIL
adequados para sua organização. Escolha os pontos que você acha que
vão funcionar melhor.</p>

<p>4. Siga o caminho e registre o progresso. A responsabilização da
ITIL demanda alguém encarregado de assegurar que a organização
esteja seguindo as diretrizes da ITIL.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Veja também nossos conteúdos em <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=1192">Gestão
de TI</a></p>

<p>Autor/Fonte:</p>

<h5 class="hcinco-autor-leitura-materia">Sharon Florentine,
CIO/EUA</h5>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>A Matriz de Riscos de TI como elemento estratégico de Gestão</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2015/2/9/a-matriz-de-riscos-de-ti-como-elemento-estratégico-de-gestão.aspx</link><pubDate>Mon, 09 Feb 2015 14:36:09 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2015/2/9/a-matriz-de-riscos-de-ti-como-elemento-estratégico-de-gestão.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/522652/matrizderiscolkn2.jpg" width="NaN" height="180" alt="MatrizRiscoTI" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">As questões ligadas à gestão de
riscos associados à Governança Corporativa, em especial aos
relacionamentos desta com a Governança de TI já são uma realidade
no cenário empresarial brasileiro. &nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Procurando-se na etimologia de
palavra "Riscos" percebe-se que é frequentemente associada a algo
negativo, é produto da incerteza de eventos futuros, fazendo parte
das atividades executadas, assim de certo modo Empreender é gerir
riscos, sendo que isto não é novo, assim como a etimologia da
palavra "Segurança" tem origem no latim e significa "sem
preocupações". Na definição mais comum "Segurança é uma mal a
evitar". Portanto quando se analisa todos os aspectos ligados a
Segurança em Geral e a Segurança da Informação em particular é
imprescindível abordar a Gestão dos Riscos e com o crescimento das
operações de negócios em direção aos sistemas de informação
baseados em tecnologia fez com que os números de ameaças e de
vulnerabilidades sobre as redes de computadores e comunicações
aumentassem exponencialmente. Deste modo a avaliação dos "Riscos de
TI" passam a ser estratégicos para a Gestão da Segurança e
continuidade dos negócios.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;"Riscos de TI" é o risco
associado ao uso, gerenciamento, operação, suporte, inovação,
influência ou adoção de TI para dar suporte aos negócios da
organização. Através da gestão de riscos com foco em TI torna-se
possível controlar e identificar &nbsp;&nbsp;os rumos tomados e
aferir se as diretrizes estabelecidas estão de acordo com os
objetivos da instituição. A gestão de riscos em TI atua, também, na
garantia da confiabilidade dos indicadores de governança,
possibilitando uma governança de TI comprometida com os objetivos
estratégicos a serem alcançados, tornando o alinhamento de TI e
negócio mais eficiente e eficaz, na medida que o resultante é uma
organização mais estável através da continuidade de seus
negócios.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Portanto, toda a organização, para
cumprir a sua missão, necessita de um suporte efetivo de sistemas
de informação e de serviços de tecnologia da informação correlatos.
Neste contexto, o gerenciamento de riscos de TI tem um papel
crítico na proteção dos ativos de informação da organização.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Vários são os desafios de
estruturação e implementação de uma área de gestão de riscos dentro
das empresas. A segurança da informação, vista frequentemente como
um assunto ligado a tecnologia, passa a ser entendida cada vez mais
como um processo de negócio, e consequentemente, uma grande
vantagem competitiva para o mundo empresarial e neste sentido a
<strong>MATRIZ DE RISCOS DE TI&nbsp;</strong> é o caminho natural a
ser adotado em qualquer planejamento que tem por meta a
<strong>Analise de Impacto</strong> de cada ameaça.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">A <strong>MATRIZ DE RISCO</strong>,
considerando o processo de gerenciamento de risco, seja ele baseado
no COSO ou na ISO 31.000, é um dos seus elementos mais importantes,
pois permite determinar a partir de uma avaliação qualitativa do
risco, a magnitude dos riscos identificados.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">A <strong>MATRIZ DE RISCOS</strong>
torna- se assim, o principal elemento para a determinação das
estratégias de riscos e das respectivas respostas aos riscos.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">A análise inicial parte do
conhecimento das necessidades específicas que são demandas pelos
negócios da empresa e os serviços de TI, sendo que neste caso a
existência de um <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2014/10/30/cat%C3%A1logo-de-servi%C3%A7os-na-pr%C3%A1tica.aspx">
Catálogo de Serviços</a> formal ajuda muito. O Catálogo de
Serviços, conforme definido pelo ITIL, é um subconjunto do
Portfólio de Serviços da Organização, que consiste de todos os
serviços ativos e aprovados que podem ser oferecidos aos atuais e
futuros clientes da TI na organização. É, inclusive, uma projeção
da eventual capacidade do provedor de serviços de TI para entregar
valor aos seus clientes (Office of Government Commerce, 2007).</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Outro aspecto fundamental é saber
exatamente quais são os Ativos/Recursos de TI. O mapeamento dos
ativos de TI que atendem o Negócio é essencial à Governança de TI e
geralmente, há uma relação "muitos para muitos" entre as funções de
negócio e a infraestrutura de TI. Por exemplo, em um&nbsp;
determinado servidor é possível armazenar ambos, dados de negócios
e sistemas automatizados de processamento de dados, &nbsp;o qual
pode suportar muitas funções de negócios. Por outro lado, ao
contrário, uma única função de negócios pode invocar vários
servidores. Sugerimos o uso de ferramentas automatizadas que possam
gerar para os sistemas automatizados o relacionamento dos processos
de negócio com os sistemas de TI.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Antes de tudo é necessário definir
o perfil profissional dos envolvidos neste processo de avaliação
dos riscos, sendo que podemos destacar as principais qualificações
necessárias:</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Principais Conhecimentos:</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<ul>
<li>Conhecer quais são os riscos de TI e saber mensurá-los;</li>

<li>Saber determinar as formas de prevenção;</li>

<li>Saber monitorar o desempenho dos equipamentos.</li>
</ul>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Principais Habilidades</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<ul>
<li>Ter capacidade de coordenação;</li>

<li>Saber analisar os riscos;</li>

<li>Saber tratar e criar estratégias de resolução de
problemas.</li>
</ul>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">O próximo passo importante é
conhecer os Indicadores de Governança e avaliar seus desempenhos
relacionados aos Riscos de TI. Por exemplo, se elegermos o
indicador "Quantidade de Equipamentos de TI em uso", primeiro
deve-se saber se é um Tipo de Indicador relacionado com o
Desempenho ou com o Resultado, depois o que ele demonstra, sendo
que pode ser uma Eficiência, uma Perda ou simplesmente o número de
Computadores/ funcionário; Servidores/ funcionário; Impressoras/
funcionário, portanto a análise do contexto estratégico de cada um
é fundamental, daí a necessidade de um profissional com
conhecimentos, habilidade e competências para tal, conforme citamos
anteriormente.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">A seguir é importante definir a
meta de cada indicador. Por exemplo, o indicador "Quantidade de
Equipamentos de TI em uso dentro/fora da garantia" tem como meta
"Garantir a disponibilidade e continuidade do serviço", sendo que
esta meta deve estar dentro de um período definido, uma "Data de
Revisão da Meta" e um critério para a "Avaliação Atual do
Cumprimento da Meta".</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Finalmente, quando temos os Riscos
de TI identificados, podemos perceber, por exemplo:</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<ul>
<li>Carência de uma melhoria contínua;</li>

<li>Inexistência de um Comitê para identificar, avaliar, prevenir e
solucionar os Riscos de TI apresentados;</li>

<li>A atenção e cooperação dos envolvidos que devem prover
informações e implantar os controles determinados;</li>

<li>Ausência de metas claras quanto à segurança das
informações;</li>

<li>Falta de uma cultura de segurança;</li>

<li>Ausência de checklists;</li>

<li>Impossibilidade de quantificar e mensurar o impacto dos
riscos.</li>
</ul>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Caso você queira saber como criar e
implementar a <strong>MATRIZ DE RISCOS PARA TI</strong> para a sua
organização participe de nosso <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/gest%C3%A3o-de-ti/curso-online-elabora%C3%A7%C3%A3o-de-matriz-de-riscos-de-ti.aspx">
Curso online elaboração de Matriz de Riscos de TI</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Software de Gestão – ERP’s completos e gratuítos para PME’s</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2014/11/24/software-de-gestão-–-erp’s-completos-e-gratuítos-para-pme’s.aspx</link><pubDate>Mon, 24 Nov 2014 07:06:00 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2014/11/24/software-de-gestão-–-erp’s-completos-e-gratuítos-para-pme’s.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/508290/erp_gratu_to.jpg" alt="ERPsGratuítos" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Enquanto hoje as grandes empresas se deparam cada vez mais com
desafios constantes para manterem-se bem posicionadas, são
obrigadas também a ver como os avanços tecnológicos, que ocorrem em
um ritmo jamais visto antes, ajudam ou não na implementação de suas
estratégias e contribuem para a sua efetiva Governança Corporativa.
Tendências como <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/gest%C3%A3o-de-ti/curso-a-nova-gest%C3%A3o-da-ti-na-era-do-cloud-computing,big-data,m%C3%ADdias-sociais-e-byod.aspx">
BYOD (Bring your Own Device)</a>, Internet das Coisas (Internet of
Things - IoT) e <a
href="/blog/2014/11/19/%E2%80%98big-data%E2%80%99-vira-curso-de-p%C3%B3s-gradua%C3%A7%C3%A3o-nos-eua.aspx">
Big Data</a>&nbsp;continuam a impactar o ambiente corporativos e
faz repensar o quanto é importante que os departamentos de TI
adotem as novas tecnologias, por inúmeras razões.</p>

<p>Por outro lado se observa um aumento significativo de novos
negócios tendo como base a <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2014/11/22/a-economia-colaborativa-faz-repensar-o-marketing-vendas.aspx">
Economia Colaborativa</a> que abre toda uma imensa gama de
possibilidades &nbsp;e novas tendências de forma abrangente e
inusitada.</p>

<p>No cruzamento destes conceitos surge a oferta dos Sistemas de
Gestão Empresarial ( <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_integrado_de_gest%C3%A3o_empresarial">
ERP,Enterprise Resource Planning</a>) gratuitos, onde há muito para
se ganhar na adoção de uma abordagem aberta às criações
inovadoras.</p>

<p>Selecionamos duas ofertas, para as quais damos mais detalhes a
seguir:</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>FREEDOM</strong></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><a
href="http://www.freedom.org.br/freedomerp-website/">http://www.freedom.org.br/freedomerp-website/</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>O Freedom ERP foi desenvolvimento no Brasil por equipe técnica
brasileira.Podemos citar alguns pontos fortes que esta
característica lhe proporciona:</p>

<p>.Adequação total à complexa legislação tributária
brasileira;</p>

<p>.Organização de processos e interfaces do sistema respeitando a
cultura nacional, facilitando o processo de aprendizagem do
sistema</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Escalabilidade</p>

<p>Para empresas de todos os portes. O Freedom ERP foi projetado
para suprir as necessidades de pequenos, médios e grandes
negócios.&nbsp; O seu gerenciador de banco de dados Firebird
proporciona ótima performance consumindo poucos recursos de
hardware, até mesmo em instalações onde o gerenciador de banco de
dados e a aplicação rodam em uma mesma estação de trabalho.</p>

<p>Não há limites para o crescimento da base de dados ou do número
de estações de trabalho conectadas ao sistema, ou seja, o
investimento em recursos de infra-estrutura pode ser incrementado
gradativamente.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Cross Platform</p>

<p>Windows, Linux, MacOS...</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>A possibilidade de instalação da solução em qualquer plataforma
proporciona liberdade na escolha de hardware e sistema operacional,
preservando o investimento já executado e evitando gastos
desnecessários em aquisição de novas licenças.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>MARKETUP</strong></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><a href="http://marketup.com/">http://marketup.com/</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>O&nbsp;<a href="http://www.marketup.com/"
target="_blank">MarketUP.com</a>&nbsp;é um sistema de gestão
completo e gratuito feito para atender as necessidades dos pequenos
negócios</p>

<p>Os recursos irão o empresário a gerir melhor os pequenos
negócios e aumentar as suas vendas.</p>

<p>O MarketUP é uma plataforma que une as principais funções de um
ERP + Frente de Caixa (PDV) + Loja Virtual, tudo isso grátis de
verdade e sem pegadinhas.</p>

<p>Trata-se&nbsp;de uma tecnologia de informática desenvolvida para
armazenar e processar todos os dados de um negócio. O sistema pode
ser centralizado em um único banco de dados ou dividido em redes
locais e nuvens na internet, além de ser personalizado de acordo
com as necessidades de cada empresa.</p>

<p>Ao organizar as etapas e os dados de produção, planejamento,
venda e pós-venda, o sistema facilita a administração de todo o
processo operacional dos negócios, propiciando aos gestores avaliar
os pontos fracos e fortes do empreendimento e traçar linhas de ação
mais eficientes.</p>

<p>Veja os benefícios da gestão integrada desenvolvida pelo
MarketUP.</p>

<p>.Faça suas Vendas via Pedido com Orçamento;<br />
 .Acompanhe em tempo real seu Fluxo de Caixa, Contas a Pagar e a
Receber;<br />
 .Habilite quantos PDVs quiser e faça suas vendas
imediatamente;<br />
 .Tenha sua Loja Virtual integrada a seu sistema;<br />
 .Cadastre Clientes e Fornecedores;<br />
 .Controle seu Estoque ou seus múltiplos Estoques;<br />
 .Emita de maneira integrada no seu sistema suas NF-e e
NFS-e;<br />
 .Controle o acesso de seus funcionários ao sistema;<br />
 .Importação de XML das suas Compras;<br />
 .Relatórios diversos para que você acompanhe seus resultados e
saúde da sua empresa;<br />
 .100% web e sem precisar instalar nada em seu computador;<br />
 .Acesse seu sistema de onde você estiver usando seu desktop,
notebook, netbook, smartphone ou tablete.</p>

<p>Parceiros</p>

<p>A MarketUP é um importante projeto de tecnologia que facilita o
desenvolvimento dos pequenos negócios, apoiado por&nbsp; empresas e
instituições do mercado brasileiro. Além do Sebrae, são parceiros
da MarketUP o Buscapé Company, a Microsoft e a Positivo
Informática, com a expectativa de chegada de novas e relevantes
empresas.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Segurança</p>

<p>A segurança da sua informação é prioridade, por isso seus dados
estão criptografados e periodicamente são armazenados em cópias de
segurança (backups). Os dados da sua empresa estarão armazenados na
nuvem, em servidores da Amazon, que é considerada uma das melhores
e mais confiáveis empresas da Internet.</p>

<p>Suas informações são totalmente confidenciais e dados que
identifiquem você e o seu negócio não serão divulgados para nenhuma
empresa terceira sem o seu consentimento. Você tem o direito de
encerrar sua conta e fazer o download dos seus dados quando
desejar.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Suporte online</p>

<p>A Equipe MarketUP também oferece suporte online totalmente
gratuito, na Central de Atendimento Web. Além disso, é
disponibilizada uma base completa de perguntas e respostas (FAQ).
Caso não encontre a solução na base de conhecimento (FAQ), os
atendentes irão ajudá-lo por e-mail ou até atendimento remoto se
necessário.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Fontes:</p>

<p><a
href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/sebraeaz/MarketUP:-sistema-completo-e-gratuito-de-gest%C3%A3o-para-a-sua-empresa">
Sebrae</a></p>

<p><a
href="http://www.trabalhosfeitos.com/topicos/resenha-sistemas-erp-caracter%C3%ADsticas-custos-e-tend%C3%AAncias/0">
Resenha sistemas erp características custos</a>&nbsp;</p>

<p><a
href="http://cio.com.br/gestao/2014/07/28/cinco-tendencias-definirao-o-futuro-do-erp/">
cio.com.br</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Veja também:</strong></p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2014/11/20/fastsalas-%E2%80%93-um-ambiente-de-colabora%C3%A7%C3%A3o-para-divulgar-espa%C3%A7os-comerciais.aspx">
FastSalas - Um ambiente de colaboração para divulgar espaços
comerciais</a></p>

<p><img src="/media/508413/fastsalas.jpg" alt="FastSalas.com" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Catálogo de Serviços na prática</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2014/10/30/catálogo-de-serviços-na-prática.aspx</link><pubDate>Thu, 30 Oct 2014 11:16:55 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2014/10/30/catálogo-de-serviços-na-prática.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/522719/catalogodeservi_osfundobranco.jpg" alt="CatalogoServiçosFundoBranco" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>O conceito de Catálogo de Serviços é um importante instrumento
de gestão trazido pelo ITIL® e outros frameworks, e tem como foco
servir como &nbsp;o elemento &nbsp;de comunicação e alinhamento
entre TI e Negócio. Muitas dificuldades podem ser minimizadas e
alguns riscos mitigados com a implantação de um catálogo de
serviços, sendo que como uma das suas principais atribuições no
dia-a-dia é ajudar no apoio ao atendimento 'a incidentes, dando
suporte ao primeiro nível e definindo quem deve ser o solucionador
em segundo nível, conforme preconiza o ITIL.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Frequentemente as áreas de TI das empresas sabem da importância
de seus serviços para seus clientes internos, porém encontram
dificuldades de construir um bom Catálogo de Serviços, que seja
fácil de navegar e de interagir por parte dos tomadores
demandantes, e por outro lado, que seja completo em informações
necessárias para a TI. Veja que esta capacitação tem como meta
propiciar ao participante aprender sobre um método prático de
construção do Catálogo de Serviços que irá transformar a
comunicação entre a TI e a organização como um todo.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Notamos que é quase impossível a área de TI conseguirá manter a
qualidade e a credibilidade tão fundamentais e necessárias para o
seu dia a dia sem uma definição bem estruturada de um Catálogo de
Serviços, porém descrever todos os serviços não é tarefa das mais
fáceis. É importante conhecer bem o conceito de cada serviço, o
qual pode mudar de acordo com o negócio e características
individuais de cada empresa, além de refletir o requisito principal
que é o alinhamento estratégico da Empresa com a Governança de
TI.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>A questão inicial nos remete ao básico: O que sua área poderia
vender e vende hoje efetivamente? Qual é a sua Proposta de Valor
sob o ponto de vista de seu cliente, seja ele interno ou externo?
Veja como você esta sendo cobrado hoje e imagine como o seu cliente
poderia lhe estas cobrando, caso o "serviço prestado", do ponto de
vista dele, não estivesse sendo bem prestado.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>O Catálogo de Serviços, conforme definido pelo ITIL, é um
subconjunto do Portfólio de Serviços da Organização, que consiste
de todos os serviços ativos e aprovados que podem ser oferecidos
aos atuais e futuros clientes da TI na organização. É, inclusive,
uma projeção da eventual capacidade do provedor de serviços de TI
para entregar valor aos seus clientes (Office of Government
Commerce, 2007).</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Um Catálogo de Serviços bem definido também &nbsp;permite
orientar sobremaneira o cliente na medida em que &nbsp;ele não
poderá reclamar de um serviço que não esteja sendo oferecido, por
exemplo. Evidentemente que novos serviços podem ser adicionados
sempre que for necessário, mas com uma política e com procedimentos
que permitam&nbsp; o controle do que entre e o que sai do catálogo
e principalmente o nível desejado de cada um deles.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Como exemplo acesse o link a seguir de um exemplo do Catálogo de
Serviços, &nbsp;pois é um bom exemplo para quem esteja planejando
em montar o seu próprio. &nbsp;É importante notar que se deve
decidir antes quem&nbsp;deve ou não acessar partes ou o todo da
publicação, pois&nbsp; este acesso deve ser classificado de acordo
com o critério de acesso 'as as informações e gestão dos controles
de cada organização:</p>

<p><a
href="http://web.tuke.sk/fei-cit/sarnovsky/RIP/Service_Catalog_Example.pdf">
http://web.tuke.sk/fei-cit/sarnovsky/RIP/Service_Catalog_Example.pdf</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Definição:</p>

<p><a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Service_catalog">http://en.wikipedia.org/wiki/Service_catalog</a></p>

<p>Um escopo deve ser definido para cada tipo de serviço como
também a sua descrição deve ser bem detalhada. As clássicas
perguntas, "Como?", "O que?", "Quando?", "Por que?", "Quanto?",
"Para quem?", devem ser respondidas na definição de cada
&nbsp;serviço, especificando o &nbsp;deve atender e também o que
não deve, deve-se criar restrições delimitadoras para cada serviço.
É importante lembrar que a implementação do Catalogo de Serviços
juntamente os processos de cada um deles permite a visão do ciclo
da qualidade (PDCA <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/PDCA">http://en.wikipedia.org/wiki/PDCA</a>
) onde é possível &nbsp;implementar melhorias contínuas com as
medições sempre que necessário, seja por melhoria ou mudança de
cenário.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Os acordos de níveis de serviços(" <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2012/7/30/gest%C3%A3o-de-fornecedores,-contratos-e-n%C3%ADveis-de-servi%C3%A7o.aspx">
SLA - Service Level Agreement</a>") devem ser definidos
criteriosamente levando em consideração a necessidade e o cenário
específico de cada organização. Devem estar alinhados com as
estratégias de negócios através da <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog.aspx?filterby=Governan%C3%A7a%20de%20TI">
Governança de TI</a> e devem ser específicos a cada setor produtivo
da organização.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Acomunicaçãodos serviços deve ser ampla, objetiva e direta, pois
não deve pairar dúvidas e pode ser efetuada através de meios
internos ao TI ou externas para os clientes, em uma intranet, por
exemplo, ou em aplicação específica, constando todo o escopo do
serviço e, quando possível, seus custos envolvidos.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Asresponsabilidadese os profissionais responsáveis pelos
serviços devem ser muito bem definidos para não haver dúvidas
quando houver cobranças sobre eventuais não conformidades e
problemas de desempenho na execução dos mesmos. Uma central de
Serviços, ou uma ampliação do sistema de Service Desk, apoiam nessa
tarefa.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Especificando os serviços você poderá definir áreas e níveis de
especialização para os agentes de serviço. Com isso pode-se prever
antecipadamente osrecursosnecessários, de acordo como o volume de
solicitações para aquele serviço.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Um catálogo de serviços ajuda muito emSuporte e Manutenção, pois
auxilia na seleção, aquisição e configuração de hardware, software
e todas as ferramentas fundamentais para manter a organização
operante, mitigando o risco de aquisições que não tenham o escopo
específico definido para cada situação.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Na criação de cada serviço já se deve associar um ou mais <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/gest%C3%A3o-de-ti/curso-gest%C3%A3o-de-valor-da-ti.aspx">
indicadores</a> que deverão permitir o acompanhamento do desempenho
de cada um deles. Este monitoramento deve refletir a performance de
cada serviço, tanto de maneira quantitativa, quanto qualitativa, e
estas medidas deverão estar relacionadas com&nbsp; a satisfação do
cliente e com a produtividade de cada &nbsp;a área que o
executa.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Os índices quantitativos de solicitações, tempo necessário para
a execução de cada serviço e o perfil dos recursos deverão ser
calculados antecipadamente tendo em vista oplanejamento Financeiro
e levantamento dos custos operacionais, o qual poderá ser feito
através das estatísticas já existentes ou mesmo através da
experiência individual de cada gestor. Principalmente tendo em
vista a definição e aprovação de um planejamento orçamentário e
posterior acompanhamento específico por área.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Para saber mais participe de nosso Curso:</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/gest%C3%A3o-de-ti/cat%C3%A1logo-de-servi%C3%A7os-na-pr%C3%A1tica.aspx">
Catálogo de Serviços na prática</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Para conhecer o nosso conteúdo sobre Governança de TI acesse o
seguinte link:</p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=1192">http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=1192</a></p>

<p>Para saber um pouco mais sobre Governança de TI acesse o nosso
Blog através do seguinte link:</p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog.aspx?filterby=Governan%C3%A7a%20de%20TI">
http://www.grupotreinar.com.br/blog.aspx?filterby=Governan%C3%A7a%20de%20TI</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Veja também:</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/gest%C3%A3o-de-ti/curso-especializa%C3%A7%C3%A3o-em-sla-gerenciamento-de-n%C3%ADvel-de-servi%C3%A7o-e-de-fornecedor-baseados-em-boas-pr%C3%A1ticas.aspx">
Curso Especialização em SLA - Gerenciamento de Nível de Serviço e
de Fornecedor Baseados em Boas Práticas</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/riscos-governan%C3%A7a/curso-introdu%C3%A7%C3%A3o-ao-gerenciamento-de-riscos-em-ti.aspx">
Curso Introdução ao Gerenciamento de Riscos em TI</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/gest%C3%A3o-de-ti/curso-capacita%C3%A7%C3%A3o-em-gerenciamento-de-riscos-de-ti.aspx">
Curso Capacitação em Gerenciamento de Riscos de TI</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><img src="/media/508413/fastsalas.jpg" alt="FastSalas.com" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>O que você precisa saber ao optar por um curso de engenharia de requisitos</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/4/10/o-que-você-precisa-saber-ao-optar-por-um-curso-de-engenharia-de-requisitos.aspx</link><pubDate>Wed, 10 Apr 2013 06:59:18 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/4/10/o-que-você-precisa-saber-ao-optar-por-um-curso-de-engenharia-de-requisitos.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p>&nbsp;</p>

<p><img src="https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTxHnOuzgTYGontOQ8t_5opz1s1OD_c7zrORq-ekSOl-dAcYNCC" alt="engenharia de requisitos" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong><em>O texto a seguir foi extraído de uma consulta feita
por um dos interessados nesta formação, sendo que levanta algumas
questões que são de interesse de todos. Assim, resolvemos publicar
a resposta em forma de blog, pois desta forma estará disponível
para qualquer consulta posterior:</em></strong></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>"A Engenharia de Requisitos é uma área de conhecimento da
Engenharia de Software. Você tem razão quando coloca que essa é uma
área que menos envolve a execução do desenvolvimento de um
software. Ela pode ser adaptada para a captura de Requisitos de
Negócio de qualquer projeto empresarial. Porém, quando falamos de
Engenharia de Requisitos voltada para ambientes de desenvolvimento
de software, ela requer que o Analista de Requisitos, possua
conhecimentos de desenvolvimento de sistemas. Ela necessita para
esse fim, o conhecimento de diagramas em UML, especificação
detalhada para a construção de um software, pois é a entrada para a
execução, para o planejamento e para as estimativas de esforço e
prazo. No caso de ponto de função, é preciso separar as funções de
dados das funções transacionais, é preciso da mesma forma
identificar ALI(Arquivos Lógicos Internos), AIE(Arquivos de
Interfaces Externas), EE(Entradas Externas), CE(Consultas
Externas), SE(Saídas Externas), assim como DER (Dados Elementares
Relacionados) e RLR (Registros Lógicos Relacionados). É necessário
contar os pontos de função e e transformar em esforço, de acordo
com a produtividade da linguagem de desenvolvimento (
Programação).</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Nesse sentido poderia lhe dizer que a Engenharia de Requisitos é
um processo composto, onde possuo uma parte&nbsp; relacionada com a
Especificação de Requisitos de Negócio,&nbsp;na qual
prevalece&nbsp;a concepção, levantamento, elaboração e negociação.
Na segunda parte e, está é bastante técnica eu ainda teria a
Especificação e Validação, as quais tratam do detalhamento com a
utilização de vários diagramas e técnicas, tais como DER, DHS, DBD,
os quais transformam o requisitos de negócio em especificações
detalhadas para a construção do software.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>A Programação somente ocorrerá após a Especificação técnica
estar validada.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Como você pode notar, a maioria dos profissionais atua mais na
Especificação de Requisitos de Negócio do que na Especificação
Técnica de Requisitos de Negócio. Além do mais, temos ainda a
questão de gerar produtos intermediários que seguem para análise de
ponto de função e planejamento do projeto de software.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>O treinamento que ministro olha o processo integralmente, define
o que é Requisitos Funcionais e Não Funcionais, que tem a mesma
importância na construção de um software. Seria impossível no prazo
que temos para esse treinamento, entrarmos em técnicas de apoio,
tais como UML, DER, DHS, DBD, Function Point, Planejamento e
Desenvolvimento. O treinamento procura estabelecer e ensinar como
se faz uma Especificação de Requisitos de Negócio&nbsp;consistente.
Afinal, se não soubermos caracterizar corretamente a necessidade do
usuário, construiremos softwares sem nenhuma aderência ao requisito
do usuário, o que remeterá a manutenções pós entrega e aumento de
custo dos projetos, além de impactarmos nos prazos do negócio.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Por onde começar?</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Por uma questão lógica você deve começar pelo fundamento da
Engenharia de Requisitos, pois os produtos gerados dessa área de
conhecimento vão subsidiar a Análise por Pontos de Função e
posteriormente o Planejamento do Projeto de Software. Na Engenharia
de Requisitos, aprendemos o quão importante é&nbsp;a caracterização
do escopo de desenvolvimento, de acordo e compromissado com as
partes interessadas, ou seja, o usuário solicitante. O escopo
permitirá que se analise a complexidade, riscos, recursos
tecnológicos e humanos, custos envolvidos, alinhamentos com as
estratégias de negócio, inclusive para decidir sobre desenvolver ou
adquirir soluções prontas do mercado.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Assim, resumindo, faça um bom curso de Engenharia de Requisitos,
depois faça um bom curso de Análise de Ponto de Função, se possível
busque uma certificação&nbsp;pelo IFPUG ( Internacional Function
Point Users Group). Finalmente faça um curso de Gestão de Projetos
baseado no PMI - PMBoK.&nbsp;Você terá cumprido um ciclo completo
que lhe habilitará a ser&nbsp;um bom Gerente de Projetos.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Quais são as diferenças entre Engenharia de Requisitos e Análise
de Requisitos?</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Bem, nessa pergunta a minha resposta é: A Engenharia de
Requisitos engloba a Análise de Requisitos. Se, conforme citado
anteriormente, em uma primeira fase você captura a necessidade do
usuário e levanta informações, elabora desenhos de simulação
funcional e valida o escopo, em seguida, você utiliza uma série de
técnicas para desdobrar o escopo em suas funções e regras de
negócio, para obter a melhor solução&nbsp;para a construção do
software. Na análise você vai identificar como as informações de
entrada são processadas por uma função ou funcionalidade do
software para gerar as saídas requeridas pelo negócio ou partes
interessadas. Dependendo da profundidade da análise, você poderá
definir funções, atributos, funções de transação&nbsp; e função de
atualização de banco de dados poderá identificar as hierarquias
internas do software e até mesmo gerar Especificações de Programas
e Português Estruturado. Ainda poderá definir o Programa de testes
funcionais ou de negócio, que ajudará ao usuário chave homologar a
solução.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Espero que eu tenha lhe ajudado na decisão de fazer o curso do
Grupo treinar."</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Autor: Sergio Richter Ayres</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>A seguir referencio dois vídeos sobre o assunto:</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>1) A importância da Engenharia de Requisitos</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><object width="560" height="315"
data="http://www.youtube-nocookie.com/v/P4ixBvRF4NY?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"
 type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen"
value="true" />
<param name="allowscriptaccess" value="always" />
<param name="src"
value="http://www.youtube-nocookie.com/v/P4ixBvRF4NY?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" />
<param name="allowfullscreen" value="true" />
</object></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>2) Lecture - 5 Requirements Engineering / Specification</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><object width="420" height="315"
data="http://www.youtube-nocookie.com/v/wEr6mwquPLY?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"
 type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen"
value="true" />
<param name="allowscriptaccess" value="always" />
<param name="src"
value="http://www.youtube-nocookie.com/v/wEr6mwquPLY?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" />
<param name="allowfullscreen" value="true" />
</object></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item></channel></rss>
